É preciso falar mais sobre democracia direta

 

Por Claudia Wallin

Já teria dito Platão, sem nunca ter ouvido falar em cunhas, “cajus”, geddéis e demais prodígios da república das mesóclises: quem não gosta de política, vai ser governado por aqueles que gostam.

O que fazer diante do bestial roteiro de descalabros encenado pela proto-democracia brasileira?

Pergunte aos islandeses, por exemplo. Eles vão dizer que um dos caminhos é exigir voz e reinventar as regras do jogo da democracia representativa, esta velha senhora que já anda necessitada de uma prótese de quadril: a ideia é apostar em modelos políticos mais participativos, que conduzam a uma democracia real. É o que também buscam movimentos nascidos em países como a Espanha e a França, e em certo grau é também o que já fazem há tempos os suíços, com suas iniciativas populares e referendos. Faz sentido.

Porque a esta altura, quando ainda se contam os coliformes fecais da última onda de delações, de rapinagem de direitos sociais e de emendas de auto-ajuda parlamentar na (sic) Casa do Povo, já deverá estar confinada ao anedotário brasileiro a tese de que o Congresso – o melhor que o dinheiro pôde comprar – é “o espelho do Brasil”. A quem representam os representantes da democracia representativa, com as notáveis exceções de sempre?

Foi o que se perguntaram os islandeses, quando confrontados com os demônios da sua própria crise de representatividade. A resposta produziu um caso extraordinário: primeiro, os cidadãos saíram às ruas exigindo mudança. Depois, voltaram para casa para reescrever a Constituição de forma colaborativa – no Facebook.

A crise islandesa era econômica, política e desesperadora: na grande recessão internacional de 2008, a Islândia foi o primeiro país a entrar em colapso. Em apenas uma semana, seus maiores bancos quebraram. A dívida do país chegou a 900% do PIB, a moeda sofreu desvalorização de 85% em relação ao euro, o índice de desemprego explodiu.

Foi o estopim para os protestos populares, que ficaram conhecidos como a “Revolução das Panelas e Frigideiras”. O governo foi obrigado a renunciar, e as eleições foram antecipadas para 2009. Mas ao chegar ao poder, o novo governo eleito cedeu às pressões dos credores internacionais para pagar a dívida de 3,5 bilhões de euros.

O plano anunciado pelo governo era assustador como um porão de Curitiba: a fim de saldar a dívida, que havia sido contraída pelo sistema financeiro privado, cada cidadão teria que pagar 100 euros (cerca de 340 reais) por mês, durante 15 anos, e com juros de 5.5%.

No Parlamento, os representantes do povo aceitaram a proposta. Mas o povo não.

islandia-protestos

As ruas continuaram tomadas pelos protestos, sempre pacíficos. Até que o próprio presidente islandês, Olafur Ragnar Grimsson, resolveu tomar o partido do povo: ele recusou-se a ratificar a lei que tirava indecorosamente do bolso dos cidadãos os recursos para o pagamento da dívida bancária, e aceitou os chamados para um referendo.

Em 2010, 93% dos participantes do referendo votaram contra o pagamento da dívida, o que levou o FMI a congelar seus empréstimos ao país. Na sequência, o governo deu início a uma caçada contra os banqueiros responsáveis pela crise financeira, que foram julgados e levados diligentemente para o xadrez.

Mas os islandeses queriam mais: desejavam uma nova Constituição, que entre outras coisas criasse as bases para uma maior participação popular na política. A Carta vigente era de 1944, quando a Islândia se tornou independente após 500 anos sob o domínio da Dinamarca.

Em meio à contínua pressão popular, o Parlamento cedeu. O processo começou com uma Assembléia Popular de 950 cidadãos, que formulou uma série de princípios básicos para uma nova Constituição. O passo seguinte foi a preparação de um texto-guia de 700 páginas, elaborado por um comitê de especialistas em direito constitucional. Feito isso, o Parlamento aprovou a nomeação de um Conselho Constitucional formado por 25 cidadãos eleitos pelo povo, entre os quais estavam professores, advogados e acadêmicos.

Aquele conselho popular se debruçaria sobre uma tarefa histórica: redigir a nova Carta Magna de forma colaborativa, usando como plataforma a internet e as redes sociais.

A população foi chamada a participar, e não apenas a protestar. As reuniões dos constituintes foram transmitidas online, e cada texto constitucional redigido foi publicado no Facebook – para que todos pudessem opinar e enviar contribuições também via Twitter, YouTube e Flickr.

island-fb

Em 2012, dois terços dos islandeses aprovaram o texto final da nova Constituição. Uma cláusula emblemática faria dos cidadãos mais do que meros espectadores do processo democrático: pelo texto, qualquer lei aprovada pelo Parlamento teria que ser submetida a plebiscito, sempre que a iniciativa alcançasse o apoio de 10% da população.

Com a resistência do Parlamento em ratificar o texto em sua totalidade, a saga islandesa não terminou. Mas para os islandeses, a democracia direta não é um sonho que acabou, e sim um experimento em curso:

“Você pode segurar a tampa na panela, mas chega uma hora em que a panela explode”, diz a advogada e ativista islandesa Katrin Oddsdottir. Apesar desta primeira tentativa de aprovar a Carta mais inclusiva já feita no mundo não ter resultado em mudança constitucional, a experiência islandesa abriu um expressivo precedente para práticas mais democráticas.

Em abril do ano passado, os islandeses voltaram às ruas para derrubar mais um primeiro-ministro: Sigmundur Gunnlaugsson foi forçado a renunciar diante da descoberta de que manteve uma empresa offshore no Panamá – tornando-se a primeira vítima do vazamento dos chamados Panama Papers.

Por dois dias consecutivos, manifestantes ocuparam a principal praça do país e jogaram bananas no Parlamento islandês em protesto contra o primeiro-ministro, que teria transformado o país escandinavo em uma “república bananeira”. Uma petição assinada por mais de 10% da população islandesa também exigiu sua renúncia, enfim consumada.

Suíça

Na bolivariana Suíça, a partipação do povo nas decisões do poder já é uma realidade desde o século 19.

Os suíços têm a chamada democracia semidireta, que é uma combinação de dois sistemas: o da democracia representativa – fundada no princípio de que indivíduos eleitos representam o povo, e têm portanto o poder de tomar decisões em seu nome – e o da democracia direta, no qual os cidadãos têm voz nas resoluções políticas.

Assim, a cada quatro anos os suíços elegem seus representantes no Parlamento. E a cada três meses, expressam a sua opinião sobre os mais variados temas políticos, tanto a nível federal como local, através de dois direitos fundamentais: o referendo e a iniciativa popular.

Coleta de assinaturas na Suíça: primeiro passo de uma iniciativa ou referendo

Coleta de assinaturas na Suíça: primeiro passo de uma iniciativa ou referendo

Existem dois tipos de referendo na Suíça. O primeiro é o referendo obrigatório, em que o povo é obrigatoriamente consultado a respeito de qualquer mudança na Constituição pretendida pelo Parlamento. Já o referendo facultativo permite aos cidadãos contestar qualquer lei adotada ou modificada pelo Parlamento. Para isso, basta recolher pelo menos 50 mil assinaturas de eleitores no período de cem dias após a publicação da lei que se quer contestar.

E pela iniciativa popular, os suíços podem até propor mudanças na Constituição. Neste caso, é preciso reunir 100 mil assinaturas de eleitores, em um prazo de 18 meses. Se os parlamentares discordarem das soluções propostas na iniciativa popular, eles podem apresentar um contra-projeto – e tanto a iniciativa popular como o contraprojeto parlamentar são submetidos, simultaneamente, ao voto popular.

A movimentada Praça dos Ursos, de onde se vê o Parlamento federal em Berna, é um dos locais preferidos na capital suíça dos recolhedores de assinaturas para referendos e iniciativas populares – cujos resultados, diga-se de passagem, devem ser obedecidos pelo governo: o povo tem, de fato, a última palavra.

Criatividade na entrega de assinaturas: em 1992, as assinaturas da iniciativa

Criatividade na entrega de assinaturas: em 1992, as assinaturas da iniciativa “Por uma Suíça sem novos aviões militares” caíram literalmente do céu

Vai-se argumentar, como sempre, que tudo é mais fácil em países pequenos como a Suíça e especialmente a Islândia, que tem 340 mil habitantes.

Há controvérsias. Para muitos, o argumento do “complicado e caro” perdeu boa parte da substância no debate sobre a democracia participativa, frente ao surgimento de novas tecnologias eletrônicas que tornam a logística de consultas populares possível e confiável.

Na visão do cientista político Rolf Rauschenbach, a introdução de processos de democracia direta pode tornar um sistema democrático representativo mais legítimo. Porém, a legitimidade adicional tem um preço: o processo político torna-se mais complexo.

“Somente quando os representantes enfrentam essa complexidade abertamente, pode-se esperar resultados positivos. Caso contrário, o jogo político torna-se mais confuso e, com isso, menos democrático”, diz Rauschenbach, doutor em Ciência Política pela Universität St. Gallen (Suíça) e pesquisador afiliado da USP, em artigo sobre os processos de democracia direta.

Algumas outras conclusões do cientista político:

. A visão de que o cidadão é profundamente incompetente para participar de decisões políticas específicas não pode ser sustentada nem teórica nem empiricamente [a observação do cientista clama por um adendo: qual é, afinal, o grau de competência dos nobres representantes do atual Congresso?]. Por outro lado, como observa Rauschenbach, seria demasiadamente idealista argumentar que o cidadão dispõe, por natureza, de todas as competências necessárias para participar adequadamente em processos de democracia direta. O cidadão precisa ser educado e treinado para poder exercer seus direitos democráticos.

. Apesar do fato de que em debates populares o argumento dos custos altos dos processos de democracia direta é levantado frequentemente, não existe nenhum estudo científico a esse respeito que confirme ou reprove a hipótese. Pesquisas futuras, de preferência comparativas, deverão esclarecer essa questão.

Contagem de assinaturas para a chamada

Contagem de assinaturas para a chamada “iniciativa do ouro” em 2002, que exigia a utilização de uma parte das reservas em ouro do país na cobertura do sistema previdenciário. Ela foi recusada por uma pequena margem de votos

O debate sobre uma política mais participativa já se arrasta há mais tempo do que as férias da vida de um magistrado ou promotor. O que diria Platão? Nos idos da Grécia antiga, o filósofo pregava a conscientização dos cidadãos sobre a importância da política – mas defendia a sofocracia, uma espécie de governo dos sábios. Ou seja, uma utopia.

“A democracia direta veio para ficar, e deve ser bem-vinda”, opina Frank McLoughlin, especialista em análise de processos eleitorais do Instituto Internacional para a Democracia e Assistência Eleitoral (IDEA), com sede em Estocolmo.

“Mecanismos de democracia direta, como referendos e iniciativas populares, reforçam o princípio fundamental da autonomia democrática, detêm a tendência dos políticos de se tornarem desconectados de seus eleitores, e podem aumentar a legitimidade popular de decisões políticas relevantes”.

Mas os mecanismos de democracia direta têm suas limitações, pondera o analista.

Na sua visão, eles funcionam de forma mais eficiente como um complemento da democracia representativa, proporcionando um importante contrapeso na tomada de decisões relevantes em momentos em que os representantes políticos se distanciam das opiniões e prioridades dos cidadãos.

“A elaboração do texto de um referendo é um processo extremamente complexo, e um projeto mal redigido pode ter consequências sérias. Na Itália, o texto do referendo de dezembro de 2016 sobre a reforma constitucional era tão complicado que uma empresa italiana chegou a oferecer aulas para entender o projeto, a um preço de 154 dólares por hora”, diz McLoughlin.

“Existe ainda o perigo de que lobistas e grupos de interesses especiais passem a bancar iniciativas populares para favorecer seus próprios interesses”, acrescenta o analista.

Para além da discussão sobre os prós e contras dos processos de democracia direta, pode-se fazer uma constatação: cada vez mais, em diversas partes do mundo, os cidadãos vão assumindo o lugar de protagonistas de uma cena política que se quer mais inclusiva.

Ada Colau, a ativista que surgiu nas manifestações de rua da Espanha e acabou sendo eleita como a nova prefeita de Barcelona no ano passado, resume assim a crise da política tradicional:

”A democracia formal não é suficiente, não nos representa, e portanto precisamos encontrar novas formas de participação política em que cada um seja ator, em que cada pessoa possa contribuir diretamente. Todas essas mobilizações nos últimos anos, que cada vez mais usam as novas tecnologias, a internet e as redes sociais, perseguindo formas inovadoras e diretas de comunicação, em certa medida aprimoraram a democracia, e atualizaram as formas de participação política. Essas mobilizações têm muitas expressões distintas em diferentes movimentos pelo mundo, mas claramente existe um eixo que une todas elas.”

Ou, como proclamou o movimento dos indignados na França, Nuit Debout: “A política não é assunto de profissionais. É assunto de todos”.

29 de Abril de 2016

 

 

 

63 respostas
  1. Rhondarhype
    Rhondarhype says:

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  3. Ivan Gilberto Cavalcanti
    Ivan Gilberto Cavalcanti says:

    Sim, isso é muito importante. Inclusive, em tempos onde quase tudo ou tudo está entregue em pleno Estado de exceção, isso ajudará a superá-lo, mais adiante. O que se deve também obter de experiências islandesas foi o superar deles dos becos sem saída das excepcionalidades financeiras impostas contra eles por banqueiros. O que poderá e deverá fazer a maioria da população que não concorda com a variante golpista por esses tempos de vacas esqueléticas aqui neste país de 4° mundo quanto ao regime brutal financeiro imposto com mais vigor por esse instituto executivo central (golpista)?

    Responder
  4. Julio Nogueira
    Julio Nogueira says:

    vivemos num país onde grande parte de nossa população não tem acesso a internet, a democratização do acesso é fundamental para o país entrar no seculo XXI…

    Responder
  5. Paulo Carvalho
    Paulo Carvalho says:

    Exatamente o que falta ao Brasil. A democracia direta. Esse governo representa a democracia direta ? O indice de rejeiçao a reforma trabalhista é de 75%. Como implementar algo sem uma participaçao de entidades representativas da sociedade ? Vale só o discurso que é melhor ? E os que dizem que nao é melhor ? Promotores com conhecimento do ministério do trabalho. nao sabem o que dizem ? Cientistas políticas especialistas em economia Representantes de entidades de trabalhadores. Estudos das condições ainda muito ruins de trabalhadores em péssimas condições de trabalho. As duas pontas das categorias com mais e menos especializacão e ainda a necessidade de melhor formação dando mais produtividade vai melhorar com as medidas da tercerizaçao ? De tercerizar a atividade fim ? Como será em média prazo ? teremos mais competitividade global ? As respostas para essas mudanças que pretendem fazer na legislaçao trabalhista de forma extrema e com a previdência tem um viés claro de dar mais lucro as empresas que nao tem compromisso com o futuro. No primeiro momento mais empregos e depois o caos que se segue com a progressiva diminuição nas remunerações pela falta de equilibrio de forças e a baixa produtividade que impede a competividade de empresas sérias. Não é isso ? Pesquisem caminhos que paises tomaram e vejam onde nao houve equilibrio de forças qual o resultado alcançado.

    Responder
  6. Eliane Queiroz
    Eliane Queiroz says:

    Não importa o tamanho dos paises e sim o que o seus povos fazem para terem cidadania.Todos os paises da Europa já tiveram seus momentos de altos e baixos mais não deixaram de lutar,povo politizado e consciente de seus direitos ,é tudo que o Brasil precisa ser.Quem sabe um dia ainda teremos autonomia e discernimento. Afinal o poder é do povo.Concordo com vc Claudia.

    Responder
  7. Daniel Da Vitória Melo
    Daniel Da Vitória Melo says:

    Enquanto isso no Brasil um presidente sem voto, alçado ao poder pela mídia, FIESP e paneleiros derrotados nas urnas, debocha de sua impopularidade absurda, dizendo que sem prestar atenção no povo é mais ágil fazer “suas” reformas…

    Responder
  8. Arno Winge
    Arno Winge says:

    Em tempo:
    Tributar empresas é sempre pernicioso.
    Empresas planilham custos – tributos entre outros – e tentam colocar nos preços. Em não conseguindo, desativam operações.
    Este filme tem sido frequente no Brasil desde o início da década perdida em 1980. Década essa que dura até hoje.

    Responder
  9. Arno Winge
    Arno Winge says:

    Estimada Claudia Wallin, a diferença fundamental é que nos países desenvolvidos os tributos são cobrados diretamente dos Cidadãos, enquanto no Brasil mais de 80% do butim confiscatório é cobrado das empresas.
    Apenas 20% dos eleitores brasileiros pagam IRPF ou IRPJ. Com relação ao IPTU então deve ser ainda pior.
    Desde 1967 Brasil vive moto contínuo da tributação estatocrática non Cidadã.
    Infelizmente, na Suécia parece que estão copiando o Brasil e já cobram 22% sobre o consumo – impostos escondidos, não perceptíveis pelos eleitores.

    Responder
  10. Benedito Mariano da Silva
    Benedito Mariano da Silva says:

    MINORIA X MAIORIA: Embora a minoria pensante seja pouco expressiva em números, mas o que se vê é que a técnica da minoria organizada sobre a maioria desorganizada funcionou perfeitamente nas últimas décadas, causando prejuízos e quebradeiras nas empresas brasileiras, rombos estratosféricos nos ativos patrimoniais e financeiros do país, todos os males possíveis e inimagináveis à Nação e à sociedade brasileira, com consequências assombrosas para as próximas gerações, que serão chamadas para cobrir essa conta que não fecha. A sociedade brasileira na qualidade de representante da maioria, precisa adotar mecanismos eficientes para fugir do efeito manada e/ou massa de manobra, mecanismos estes controlados efetivamente pelos representantes da maioria da sociedade, aniquilando de vez essa minoria de “A a Z” malfeitora, maldosa, malcriada, sem nenhum escrúpulo, que se preocupam somente em defender o próprio umbigo.

    Responder
  11. Regina Lós Reis
    Regina Lós Reis says:

    Em vez da perguntar a um e outro conforme a moda, porque não consultam a CIÊNCIA??!!!
    Dão a vida para sustentar academia, pesquisa, doutores até para respirar, com o respectivo aparato administrativo governamental correspondente… e vai perguntar à garotada da Islândia, como se resolve o problema humano?!!!

    Responder
  12. Arisberto Vitalino
    Arisberto Vitalino says:

    Dá no mesmo, pois o povo (ignorante e manipulado) que elege os parlamentares CorruPTos, é o mesmo que vai participar das decisões do país, no caso o Brasil.

    Responder
  13. Felipe Silva
    Felipe Silva says:

    Claudia Wallin, eu me tornei seu fã depois de ler seu livro. Desde então eu tenho acompanhado as suas matérias. Que Deus te abençoe muito na sua carreira.

    Responder
  14. Marques Wilma
    Marques Wilma says:

    Aliás a França está na mesma luta contra a Reforma Trabalhista.Eles querem mutilar o trabalhador, porque nós, brasileiros, já fomos e estamos quase no fim de partir.Veja o que fizeram com Dilma, o ódio contra Lula, não respeitaram nem a morte de D.Marisa, e continuam querendo pegar o Lula, eles tem medo, pânico, porque se a nossa sociedade democrática reagir, afundamos todos eles, a começar pelo STF Primeiramente, fora Temer, Aécio,a cambada do congresso, aí sim!!!!!! Mas, é preciso lutar.Nunca me esqueço do que foi dito pelo maldito PSDB,em 2014….VAMOS FAZER ELA SANGRAR!

    Responder
  15. Paulo Mota
    Paulo Mota says:

    poxa comparar países como a islandia, suiça , luxemburgo com o brasil . estados unidos, russia…….. quem faz isso nunca estudou geografia humana. masi uma demagoga escrevendo merda…..

    Responder
    • Daniel Da Vitória Melo
      Daniel Da Vitória Melo says:

      Só faltou vc estudar tecnologia, revolução digital, que torna irrelevante as distâncias. Por exemplo, lemos a falta de respeito c a jornalista e a merda q vc escreveu há milhares de Km de distância

      Responder
    • Paulo Mota
      Paulo Mota says:

      Daniel Da Vitória Melo se não gostou do comentario sugiro vc botar uma chupeta na boca e começar a chorar. karl marx era um dos canalhas intelectuais que defendiam esse ´´internacionalismo sem fronteiras´´. ainda bem que a classe operaria nunca entrou nessa. pq dava pra ver que era só um populismo demagogico. negar a lingua , amusica, a culinaria, as tradiçôes culturais é coisa de socialista de boutique.

      Responder
  16. Marcelo Zorzi
    Marcelo Zorzi says:

    Quando tentou-se estabelecer os Comitês Populares, a mídia, as oligarquias políticas deste congresso umbigocrata e os zumbis remunerados das redes, para não saírem de seus quadrados, criaram um terrorismo para desqualificar a proposta, estabeleceram um falso consenso da opinião publicada para desinformar, lançar trevas onde poderíamos ter alguma luz no fim do túnel.

    Responder
  17. Wagner Lopes
    Wagner Lopes says:

    Más oque fazer quando uma nação e formada por um povo preguiçoso, desinteressado e acomodado, que só pensa em feriados ,tirar vantagens própria

    Responder
  18. José Roberto Amorim
    José Roberto Amorim says:

    Porra pessoal vamos estudar mais um pouquinho < A islandia tem 730 mil habitantes = tem de juntar 12 islandias par dar uma cidade de são paulo , La na islandia todos eleitores se conhecem entre praticamente = sem mais

    Responder
    • Paulo Mota
      Paulo Mota says:

      exato. e comparar países tão diferente entre si já mostra a falta de honestidade desse argumento.

      Responder
    • José Roberto Amorim
      José Roberto Amorim says:

      Paulo Mota Ontem foi vez do fantastico : transporte Brasil com Dinamarca + Na dinamarca é possivel ir de uma ponta a outra de Bicibleta , j a no Brasil sem avião é quase impossivel

      Responder
    • Arno Winge
      Arno Winge says:

      Estimada Claudia Wallin, a diferença fundamental é que nos países desenvolvidos os tributos são cobrados diretamente dos Cidadãos, enquanto no Brasil mais de 80% do butim confiscatório é cobrado das empresas.
      Apenas 20% dos eleitores brasileiros pagam IRPF ou IRPJ. Com relação ao IPTU então deve ser ainda pior.
      Desde 1967 Brasil vive moto contínuo da tributação estatocrática non Cidadã.
      Infelizmente, na Suécia parece que estão copiando o Brasil e já cobram 22% sobre o consumo – impostos escondidos, não perceptíveis pelos eleitores.

      Responder
    • Daniel Da Vitória Melo
      Daniel Da Vitória Melo says:

      Po Zé roberto vamos estudar mais um pouquinho. A revolução digital em que vivemos torna cada vez mais irrelevantes questões de distância e população. Vale lembrar que estamos no século 21.

      Responder
    • José Roberto Amorim
      José Roberto Amorim says:

      Daniel Da Vitória Melo Caracas É mesmo ? não sabia que ja se podia um deputado federal no Brasil podia votar a distancia na camara dos deputados = Vou anotar KKKKKKKKK

      Responder
  19. Marcelo Rigotti
    Marcelo Rigotti says:

    Olhando fixamente para a mentalidade do povo brasileiro xi, melhor nem comentar para não pagar de pessimista. Deixa quieto !!!!!

    Responder
  20. Thiago Bomfim
    Thiago Bomfim says:

    Penso que o baixo grau de escolaridade e a falta de incentivo à reflexão, emperrariam ou dificultariam esse processo.

    Responder
  21. Elbe Gomes da Silva
    Elbe Gomes da Silva says:

    O Congresso Nacional aliado ao Executivo e Judiciário decretaram guerra contra o povo brasileiro, e agora? Será que eleições é o caminho? ???

    Responder
  22. Eleonardo Silva
    Eleonardo Silva says:

    NENHUM GOVERNO ALCANÇA 100% E SE CONSSEGUİR É ESTRANHO POIS QUE VAI CONTRA A NOSSA NATUREZA QUE É DE SEMPRE BUSCAR MAIS E É LÓGICO. NO ENTANTO O GOVERNO DO PT FOI O QUE SE INDENTEFICOU MAIS COM AS NOSSAS CARÊNCIA E TEM LA OS SEUS DEFEITOS SABEMOS. AGORA PROCURE NA LEMBRANÇA OUTRO GOVERNO AQUI NO BRASIL QUE CHEGOU PRÓXIMO DOS ANSEİOS DA NOSSA SOCIEDADE.

    Responder
  23. Valter Junior
    Valter Junior says:

    a questão é como fazê-los numa nação em que 80% da população se informa via uma mídia fascista e extremamente manipuladora!

    Responder
    • Iara M. Queiroz
      Iara M. Queiroz says:

      Tudo deve comecar na base. Sem educação e saúde não há solução. O governo não quer o povo instruído…

      Responder
  24. Juan Nascimento
    Juan Nascimento says:

    É necessário compreender o funcionamento do cérebro para entender as motivações e as reações de cada político. No Brasil, em 2016, o mosquito da Zika matou 6 (seis) pessoas, e já criaram uma vacina. Os brasileiros de genética criminosa mataram 60.000 (sessenta mil), e poíticos, intelectuais, direitos humanos, cientistas, só falam em políticas públicas. No Brasil, todos os dias são 200 homicídios e mais de 3.000 assaltos. A genética criminosa vai agir nas feiras, nos ônibus, em Brasília, na Petrobras…com ou sem excelências, com ou sem diploma.

    Responder
    • Juan Nascimento
      Juan Nascimento says:

      Em parte, sim. A genética é auto protetora. Ao perceber uma ameaça de morte, produz neurotransmissores contrários e superiores aos estimulados para o delito. É por isto que ao perceber a polícia pode desistir do crime. Reação parecida ao perceber uma potencial vítima armada. Somente quem tem combinaçao alta de hormônios, neurônios, neuroreceptores, neurotransmissores e sistema nervoso central vai ignorar a presença da polícia ou de uma potencial vítima e praticar o crime. É quando acontecem os confrontos.

      Responder
  25. Edmilson Fidelis
    Edmilson Fidelis says:

    Nosso país foi quase totalmente vassalizado… Vale a lei dos nobres e os vassalos agradecem a eles por estarem simplesmente vivos… Com a graça do bom deus que confortará os humildes após voltarem do mundo dos mortos…

    Responder
  26. Mea Filho
    Mea Filho says:

    A democracia representativa revela toda a podridão desse sistema político carcomido por agentes públicos corruptos. A sociedade deve lutar pela democracia participativa. Ela sim, com todo poder ao povo, é a solução. Extinguir o poder legislativo. As decisões cabem ao povo, desde a criação de leis até onde investir os recursos do município, do Estado e da Nação. Paralelo a isso, profunda reforma nos poderes Executivo e Judiciário.

    Responder
    • Luciane Breno Klinke
      Luciane Breno Klinke says:

      Exato. E se usa de prerrogativas como o direito de greve para lutar por seus direitos é taxado de vagabundo e vândalo, quando não é reprimido por violência .Está difícil. Tomaram o poder de uma maneira que eu me pergunto como reverter esse estado. Temos uma mídia cúmplice dos desmandos do poder o que dificulta mais ainda.

      Responder

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