O Manual de Viagens do Deputado

Cada parlamentar recebe, ao ser eleito, um pequeno livreto de 35 páginas intitulado Regras de Viagem (Reseregler). Algumas recomendações ao deputado:
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.”Deve ser escolhido o meio mais econômico possível para atingir o destino” – trem, carro ou avião.

.”Carros para viagem devem ser alugados na agência de viagens do Parlamento, utilizando as locadoras com as quais o Parlamento possui contratos a fim de obter preços mais favoráveis.  Como regra geral, deve ser alugado carro de porte médio. Em caso de necessidade especial, como por exemplo o transporte de várias pessoas, pode ser alugado um carro maior. Em consideração aos aspectos de custo e de proteção ao meio ambiente, não é permitido alugar carros especiais ou de luxo.”

.”Se o deputado viajar com o próprio veículo, deve ser escolhido o caminho mais curto possível, a menos que haja razões especiais para se tomar um caminho mais longo”.

. O Parlamento paga 2,65 coroas suecas (cerca de 0,40 dólares) por quilômetro rodado pelo deputado no próprio carro – mas deste total, o deputado deve pagar imposto sobre 0.80 centavos de coroa. Se o deputado viaja de motocicleta, o reembolso é de 0.40 por quilômetro rodado.

.”Deputados devem usar táxis quando não houver alternativa de  transporte  público disponível, ou se houver razões especiais para tal”.

(fonte: Reseregler – Regler och föreskrifter för riksdagsledamöternas tjänsteresor, Sveriges Riksdag)

1 responder
  1. fernancio
    fernancio says:

    O Brasil em crise? Quanto ganha um Deputado ou Senador, Vereador? Um juiz vive com quanto reais por ano? Qual o salário dos Desembargadores, Ministros de Estado ou JUDICIÁRIO?
    São questões que respondidas dirão que existe um exagero em gastança e benefícios NA República Imperial do Brasil, pós-ditadura militar, para ditadura dos magnatas políticos em conluio com as grandes empreiteiras, em suas operações fraudulentas, enquanto o salário mínimo do trabalhador continua sendo lá em baixo.
    Apesar da crise e inflação entre diversas situações de contraste. O povo passa fome, enquanto os políticos profissionais estão no paraíso terrestre. Na Suécia é diferente, lá os políticos não fazem seus próprios salários, são feitos de acordo com a situação do Estado, o orçamento governamental é que dita o valor salarial de todos os Poderes, respeitando a realidade social, na qual a diferença em relação ao professor é de 50%, para o maior salário de um político ou de uma função do judiciário.
    No Brasil para superar a crise institucional existente na mordomia do PAÍS É PRECISO CORAGEM para seguir outro modelo que não seja o atual, em que o povo assiste mordomia de uma classe que vive bem do dinheiro do povo, deixando as migalhas aos pobres da bolsa família. A Suécia é um exemplo de cidadania vindo das autoridades de lá, diante de nosso parlamento, o mais rico do mundo depois do EUA. Muito triste para um país em crise econômica. Que crise esta, onde os pobres é que pagam a conta aos políticos, ao judiciário, aos tribunais, aos empresários com salários exorbitantes. Se uns tem demais e outros nem o mínimo para viver. Precisa de partilha, e já, senão estaremos vendo os ricos entrarem no céu deles e os pobres no inferno do sofrimento provocado pela mordomia no Congresso Nacional, que todos sabemos, fome e miséria continua matando o povo, enquanto os faraós de hoje enriquecem cada vez mais, vendo o povo do nordeste morrer de fome e sede, por causa de um político que recebe milhões de nossos impostos que deveria ser suporte para geração de emprego e renda. Chegou a hora de desmascarar a política brasileira, acabando com a mordomia dos políticos elegendo jovens que possam mudar esta realidade e a Suécia é o lugar dos estágios e intercâmbio de nossos novos jovens que queiram fazer uma nova carreira política no Brasil que queremos diferente do atual, em que quem pagq a conta das mordomias políticas é o povo trabalhador, fora dos palácios dos reis de barriga cheia e ainda vivem a deliciar bolsa alimentação, moradia e transporte.

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